‘Simbora montar um cenário coletivo!

Proposta de cenário de construção coletiva.

 

A idéia aqui é fazer um cenário medieval com magia e fantasia nos moldes de regras do SRD d20 3.5. Cada participante participa com um reino de tamanho médio, com tudo o que você precisa para rolar aventuras nele. A única coisa que eu peço é que algumas coisas sejam respeitadas:

 

– Nada de sistema vanciano de magias. Sistema de pontos de magia.

– Nível tecnológico baixo. Se for preciso o uso de referências históricas qualquer coisa entre o Império Egípcio e a Europa no fim das Cruzadas é uma boa pedida.

– Nível mágico alto. A magia incorporada à vida comum das pessoas. Imagine Eberron.

– Nenhum NPC com nível maior que 10.

– Nada de raças não humanas. Todas as raças do lugar têm de ser humanas. Todos são homo sapiens <<alguma coisa>>. HS Robustus (baixos, com visão no escuro e bônus de +2 Con), HS Agilis (altos, magros, com visão nuturna e bônus de +2 Des), HS Brutos (corpulentos, deformados e bônus de +2 For), HS Bestialis (com características animais – sutis) e por aí vai.

– Religião: cada deus tem apenas um aspecto. Deus da guerra, deus da fome, deus da morte, deus dos ferreiros, deus dos marinheiros… tome por exemplo os deuses olimpianos.

– Se for criar culturas baseadas em culturas da terra (samurais, hindus, tribais africanos, etc) procure usar nomes que sejam comuns naquela cultura.

– Limite de páginas para os reinos criados: mínimo de 1 e máximo de 4 páginas, A4, verdana 10, justificado.

 

Vamos montar um netbook galera.

7 Comentários (+adicionar seu?)

  1. Pedro Gabriel
    ago 01, 2009 @ 01:55:56

    Gostei da iniciativa e quero participar; como fazemos para mandar o reino, por e-mail? E qual é o prazo, e o número de vagas?

    Pena que o NT é baixo, mas o comentário a seguir compensa. (Eberron rules!)

    Uma dúvida: tem problema um deus da morte que não seja maligno? É apenas um cara sossegado que quer fazer seu trabalho, sabe.

  2. valberto
    ago 01, 2009 @ 03:35:58

    Não tem número de vagas e o prazo é pro conta do escritor. Claro que eu não vou esperar até o fim da copa de 2014…

    Não existe problema nenhum em um deus da morte sossegado. Meio riponga até, sei lá. Quem chega primeiro escolhe os deuses primeiro.

    Pode mandar para o meu e-mail:
    valberto.filho@gmail.com
    com o assunto Netbook de cenário.

  3. Heitor
    ago 01, 2009 @ 15:42:52

    Valberto, tu leu minha mente. No cenário caseiro que jogamos (um Brasil mítico invocado), as “raças clássicas” nada mais são do que ramificações dos humanos: “tupis” são os elfos, “bantos” são os anões, “jaguares” são os ferais, aparentados com os tupis; e temos “meio-tupi”, “mulatos” e “cablocos”.

  4. valberto
    ago 03, 2009 @ 02:23:19

    Quanto mais opções melhor.

  5. nanorpg
    ago 03, 2009 @ 13:48:46

    Gostei da idéia. Imagino que um mundo assim precisa também de um reino tirânico inimigo dos outros: aquela terra calcinada, com seu rei insano, governando com punho de ferro e magia, acolhendo criaturas malignas em seu seio com promessas de poder e ouro, escravizando os humanos para que estes sustentem o poderio bélico local, tornando o próprio povo indivíduos cruéis e egoístas, devido à marginalização criada pelo próprio rei. O local, entretanto, seria uma prova viva de tirania dando certo: ruas limpas, casas bem construídas, marcos e estruturas governamentais suntuosas, imensas estátuas erigidas para demonstrar o poder de seu líder (estátuas que mexem seu rosto, olhando os traseuntes, deixando um ar de paranóia para os súditos), postes de magia Luz Contínua, arenas, e a Guarda da Cidade Real inteiramente composta por motos-vivos.

  6. Heitor
    ago 04, 2009 @ 12:01:44

    Bom, neste meu mundo aí de cima, o vilão é um bruto imperador dum império cheirando a nórdico/russo/alemão/whatever cujos magos levantaram um exército de construtos metálicos em formas parecidas com caveiras, que são a razão dos “lusitanos” terem fugido ao “novo mundo”.

  7. rsemente
    ago 07, 2009 @ 13:57:36

    Em termos de fantasia, Valberto, é high fanasy, com criaturas bizarras, locais alterados completamnete pela magia… Nesse aspecto, limitar ou liberar?

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