Desafio RPG – dia 1

O desafio RPG

Baseado numa enquete pra lá de marota postada pelo Bruno Cobbi lá no facebook.

O desafio é o seguinte: 30 perguntas sobre o universo dos RPGs, 30 dias, 30 respostas, uma resposta por dia! Se quiser participar, copie as perguntas, crie uma série de postagens curtas no seu blog e vamos em frente!
Ah! E não deixe de comentar por aqui e deixar o link do seu blog pra eu visitá-lo!

Dia 01 – Meu primeiro RPG
Dia 02 – Meu personagem favorito
Dia 03 – Um jogo que é subestimado
Dia 04 – Aquele joguinho que você joga, mas ninguém sabe.
Dia 05 – Personagem com o qual mais me identifico
Dia 06 – O personagem mais chato
Dia 07 – Meu casal de personagens favorito
Dia 08 – A melhor trilha sonora
Dia 09 – O jogo com a cena mais triste
Dia 10 – A melhor jogabilidade (ie. Elegância de regras)
Dia 11 – O melhor RPG adaptado de outra mídia
Dia 12 – Um RPG que todo mundo deveria jogar
Dia 13 – Um RPG que vale um rank de 5 estrelas
Dia 14 – O melhor MMORPG
Dia 15 – Uma screenshot/foto do que estou jogando agora/ atual campanha
Dia 16 – RPG com a melhor cena cinematográfica
Dia 17 – Meu antagonista favorito
Dia 18 – Meu protagonista favorito
Dia 19 – Cenário ou local de um RPG que eu gostaria de viver
Dia 20 – Meu gênero de RPG favorito
Dia 21 – RPG com a melhor história
Dia 22 – Um jogo que me desapontou
Dia 23 – RPG com o melhor gráfico ou estilo artístico
Dia 24 – Meu clássico favorito
Dia 25 – Um RPG que eu planejo jogar
Dia 26 – Melhor atuação em jogos
Dia 27 – A cena mais épica ever…
Dia 28 – RPG que eu achei que não ia gostar mas acabei amando
Dia 29 – Meu desenvolvedor de jogos favorito
Dia 30 – Meu RPG favorito de todos os tempos

Respondendo ao dia 1…

O meu primeiro RPG foi um livro da série aventuras fantásticas do Steve Jackson e do Yan Livingstone. Era o volume 4, “A cidade dos ladrões”. Eu vi uma colega de escola com um livro parecido (O feiticeiro da montanha de fogo), jogando no intervalo e perguntei do livro. Depois, passamos os três amigos (eu, Daniel e Chesla) jogando juntos no intervalo. Multiplicávamos os inimigos por três e quando tínhamos de decidir o caminho, jogávamos “zerinho ou um”. Meses depois de ter salvo a cidade e ganhado uma tatuagem de unicórnio na testa, conheci D&D da Grow na casa do Eduardo.