Descobertas…

Quem precisa meso de novos sistemas?

Hoje enquanto empacotava alguns livros da minha estante para ter mais espaço esbarrei com algum material de RPG que eu tinha imprimido e salvo numa pasta dessas de papelão fino colorido. Era um material de antes do ano 2000 com recortes de idéias. Lendo aquela pilha de papel amarelado percebi o quando eu gosto de jogar RPG e como as últimas semanas e meses sem jogar e sem escrever aqui no blog têm sido chatas.

Muito do material daquela pasta era para vampiro: a máscara. Ainda em segunda edição na época. Tinha alguns desenhos que eu fiz na época, estatísticas de armas e novas vantagens. Tinha também o rascunho de uma crônica que a Tête chegou a mestrar para nós lá nos tempos de jogar na UECE aos sábados.

O que eu percebi revendo aquele tempo é que apesar de ter passado tanto tempo o sistema de vampiro não tinha ficado obsoleto em nenhum trecho. Não estou falando apenas de mecânicas, mas também de apelo. Jogar com um vampiro sobre-humano, muito mais ao estilo Blade/Entrevista com o vampiro do que ao estilo Crepúsculo continua sendo uma coisa muito divertida.

Percebo agora que eu não preciso mais de novos sistemas. Já tenho todos os que eu quero (e bom, os que eu não tenho ainda posso comprar quando quiser). É isso.

3 Comentários (+adicionar seu?)

  1. R. G. Caetano
    nov 25, 2011 @ 23:21:00

    Vampiro: A Máscara é tão foda que, na minha opinião, criou um novo ‘sub-gênero’ das histórias de horror vampirescas (tendo como ‘gênero principal’, narrativas ao estilo Dragula. Não sei se tu me entendeu…).

    Ex.: Hoje em dia tu pode falar que tal obra tem referências, ou tem elementos de VaM do que simplesmente dizer que é uma historia de terror com vampiros.

    Enfim, marcou época.

  2. Fábio Silva
    nov 26, 2011 @ 08:49:14

    Ah! Já aconteceu isso comigo também. Encontrar antigas planilhas, NPCs, rascunhos de aventuras. É muito gostoso. Lembrar dos amigos e dos momentos. Planilha de personagens de pessoas que não jogam mais, que escolheram outros hobbies.

  3. Victor
    dez 27, 2011 @ 15:38:17

    Cara, estou neste momento também. Saudosismo.
    Há bons “novos jogos”, adoro FATE.
    Mas o que moldou como RPGista foi, sem duvida, VaM.

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